domingo, 12 de julho de 2015

5 dicas para multiplicar números de cabeça com mais facilidade

1) Potência de 5
Essa dica vale para todos os momentos em que você quer multiplicar um número por uma potência de 5. O grande segredo dessa dica é lembrar que 5 = 10/2 (e multiplicar por 10 e dividir por 2 é, às vezes, bem mais simples do que fazer contas compridas de cabeça). Por exemplo: 36 x 5 (a primeira potência de 5) é igual a fazer 36 x 10 = 360, e 360/2 = 180. Legal, né?
Com potências de 5 maiores essa dica também funciona. Veja o exemplo de 36 x 25 (lembrem que 25 é o mesmo que 5²). Multiplicar um número por 25 é o mesmo que multiplicar por 100 e dividir por 4 não é? Então a conta fica: 36 x 25 = 36 x 100 = 3600/4 = 900.
2) Elevar ao quadrado números que terminem com 5  
Ainda aproveitando as qualidades do número 5, vamos à segunda dica. Toda vez que você elevar ao quadrado um número de dois dígitos que termine com 5, os últimos dígitos da resposta serão 25. E, para descobrir o restante da resposta, basta pegar o primeiro número da conta e multiplicar pelo seu número subsequente maior. CALMA! É fácil, acompanhe o raciocínio aqui:
Por exemplo, 45². Os últimos dígitos da resposta serão 25, anotem aí: __25. O restante você descobre assim: pega o 4 (o primeiro número da conta) e multiplica por 5 (que é uma unidade maior que ele). 4 x 5 = 20. Então a resposta completa fica: 2025. Duvida? Pegue a calculadora aí e faça 45 x 45. Viu? Deu certo, né? O mesmo vale para 15², 75², 95² e por aí vai…
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3) Multiplique por 9,99, 999, 9999 rapidamente… 
A terceira dica é voltada não só para os números acima, mas para qualquer número que, somado 1, se torne uma potência de 10. A propriedade distributiva da multiplicação permite fazer maravilhas como essa: 44 x 9 é a mesma coisa que 44 x (10 – 1), ou seja, 44 x 10 – 44. É bem fácil multiplicar qualquer número por 10, não é? Basta acrescentar o zero ao final. Depois, é só subtrair uma vez o próprio número para chegar ao resultado.
44 x 9 = 44 x (10 – 1) = 440 – 44 = 396.
4) Potência de 2
Essa dica dá para ser usada sempre que você estiver multiplicando um número por outro que é potência de 2 (2, 4, 8, 16, 32, 64…). Em vez de fazer o processo habitual, basta dobrar o número que você está multiplicando por cada potência de 2 do outro número. Parece complicado, mas é simples:
Por exemplo: 12 x 8 é o mesmo que 12 x 2³ ou 12 x 2 x 2 x 2. Então, você consegue achar a resposta dobrando o número 12 três vezes. Claro que fazer 12 x 8 (que dá 96), nem é tão difícil assim… A ideia é que você use a dica para números maiores e comece a brincar com formas novas de resolver a conta.
5) Dobre e divida para multiplicar mais rápido
Esse é um dos mais legais da lista e pode ser usado sempre que você estiver multiplicando um número por outro que seja par. Exemplo: 47 x 24.  A ideia é usar a técnica de “dobrar e dividir” para resolver esse problema. E é bem simples: basta dobrar um número e continuamente dividir o outro. Ficaria assim:
47 x 24 = 94 x 12 = 188 x 6= 376 x 3
Veja que a cada etapa o 1º número é multiplicado por dois, ou seja, dobrado, e o segundo, dividido por dois (pela metade). Bem mais simples resolver uma conta que é só multiplicar por três do que outra por 24, né? Você nem precisa ir até o 3 caso ache que multiplicar por 6 já está de bom tamanho. :D

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Os autores que mais aparecem nas provas do Enem

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Carlos Drummond de Andrade, Machado de Assis e Oswald de Andrade (Imagens: divulgação)
Quem já fez, sabe: o Enem é uma prova bastante única, que aborda os conteúdos de um jeito diferente dos vestibulares tradicionais. Para a prova de Linguagens, por exemplo, não há lista de livros obrigatórios – mas isso não significa que a prova tenha menos Literatura, pelo contrário. E também não significa que o estudante não precisa ler nenhum livro! Ficar ligado nas obras dos autores que mais caem no exame é requisito básico para se dar bem.
Como o Enem não dá muito valor para a decoreba, você não precisa ir para a prova com o nome de todos os personagens de Capitães da Areia decorados. Mas é interessante conhecer e até já ter lido alguns autores-chave, até para te ajudar na hora de interpretar. Mas vamos lá, vou te ajudar nessa tarefa: analisei as últimas provas do Enem e separei os escritores que mais costumam aparecer nas questões.
Modernismo
Não tem para ninguém! O Enem adora os modernistas, de todas as gerações: das três provas que olhei, eles foram tema da maioria de questões. Preste atenção em autores como Carlos Drummond de Andrade, Clarice Lispector, Guimarães Rosa, Manuel Bandeira e Oswald de Andrade. Além disso, as obras de arte do Modernismo (especialmente de Anita Malfatti e Tarsila do Amaral) também caem bastante, assim como, claro, a Semana de Arte Moderna de 1922. Veja alguns exemplos.
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Questões retiradas do Enem 2013 (clique para ampliar)
Realismo/Romantismo
O Enem gosta mais dos modernistas, mas é claro que em uma prova de Literatura brasileira não pode faltar Machado de Assis. É inevitável que pelo menos uma questão na prova use uma de suas obras como base.
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Questões retiradas do Enem 2014 e Enem 2013 (clique para ampliar)
Além de Machado, os maiores escritores do Realismo e Romantismo brasileiros são sempre clássicos que não devem ficar de fora dos seus estudos. Apesar de terem aparecido pouco nos últimos anos, é bom ficar de olho para as próximas provas. Veja como foram cobrados Aluísio de Azevedo e Álvares de Azevedo.
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Questões retiradas do Enem 2011 e Enem 2010 (clique para ampliar)
Simbolismo e literatura contemporânea
Outro movimento que vale a pena ficar ligado é o Simbolismo. Dele, mais especificamente, o poeta Cruz e Sousa, maior expoente no Brasil. Outros autores com influência simbolista, como Cecília Meireles e Augusto dos Anjos, também aparecem nas provas, apesar de serem mais identificados como modernistas ou pré-modernistas.
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Questões retiradas do Enem 2014 e Enem 2012 (clique para ampliar)
Como o Enem costuma ser um pouco mais “moderninho” e cobrar questões com referências atuais (como quadrinhos, letras de música), é bem comum também encontrarmos autores contemporâneos, como Rubem Fonseca e Luiz Fernando Verissimo. Olhe só!
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Questões retiradas do Enem 2014 e Enem 2012 (clique para ampliar)

70 filmes para você estudar história

Que tal estudar todo o conteúdo de história geral jogado no sofá, comendo uma pipoquinha? Sim, é possível! Depois de tantas apostilas e livros, vale a pena parar para descansar e se divertir um pouco. E nada melhor do que um bom filme. Confira nossa lista de 70 filmes que vão lhe ajudar a repassar história para as provas!
Pré-história
A Guerra do Fogo
- 10.000 a.C.
- O Elo Perdido
Grécia Antiga e helenística
300
- Alexandre
- Tróia
Império Romano
- Asterix
- Gladiador
- Calígula
- Átila, o Huno
- Augustus
- Spartacus
Idade Média/Feudalismo
- O Nome da Rosa
- O Incrível Exército de Brancaleone
- Cruzada
- Coração Valente
- Joana D’Arc
- O Sétimo Selo
Grandes Navegações
- 1492 – A Conquista do Paraíso
- Cristóvão Colombo – A Aventura do Descobrimento
Absolutismo
- O Homem da Máscara de Ferro
- Cromwell
Reforma Protestante
- Lutero
Renascimento
- Dom Quixote
- Agonia e Êxtase
- Shakespeare Apaixonado
- Giordano Bruno
Revolução Francesa
- Danton
- Maria Antonieta
- A Queda da Bastilha
Revolução Industrial
- Tempos Modernos
- Germinal
Rússia pré-revolução e Revolução Russa
- Rasputin
- O Encouraçado Potenkim
- Reds
Segunda Guerra Mundial e nazismo
- O Grande Ditador
- A Vida É Bela
- Pearl Harbor
- A Queda
- A Última Bomba Atômica
- Cartas de Iwo Jima
- O Resgate do Soldado Ryan
- Arquitetura da Destruição
- Europa, Europa
Guerra Fria
- Dr. Fantástico
- Os 13 Dias que Abalaram o Mundo
- Boa Noite e Boa Sorte
- Intriga Internacional
- Topázio
- O Dia Seguinte

Guerra do Vietnã
- Platoon
- Apocalipse Now
- Corações e Mentes
Luta dos direitos civis dos negros
- Mississipi em Chamas
- Malcolm X

América Latina das décadas de 1950 e 1960
- Diários de Motocicleta
- Chove Sobre Santiago
- O Segredo de Seus Olhos

África no século 20
- O Último Rei da Escócia
- Diamante de Sangue
Hotel Ruanda
- O Jardineiro Fiel
Crise do socialismo, fim da União Soviética
Adeus, Lênin
Conflito entre Israel e Palestina
Lemon Tree
- Paradise Now
- Promessas de um Novo Mundo
Terrorismo, guerras dos anos 2000
Guerra ao Terror
- Restrepo
- Caminho para Guantánamo
- Fahrenheit 9/11




Entenda a estrutura da dissertação (e veja como planejar a sua)

Um grande sábio já disse: organização é o segredo para atingir o sucesso. Brincadeira, inventei essa frase agora, mas ela não deixa de ser verdade. Assim, se você quer arrasar na redação, uma das primeiras coisas que deve aprender é a organizar e estruturar o seu texto. Não é difícil. ;)
Primeiro, vamos entender como a dissertação funciona. Ela é dividida em três partes: a introdução, o desenvolvimento e a conclusão.
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Introdução
É a parte do texto em que se coloca a ideia-chave, o assunto da dissertação. A partir da ideia principal é que se desenvolve o resto do texto, onde você pode justificar e apresentar fatos que comprovem sua tese.
Atenção: A tese não deve ser confundida com o tema. Ela é uma proposição sobre o tema, um posicionamento claro e fácil de ser absorvido pelo leitor, em torno da qual se desenvolvem os argumentos que tentam comprová-la.
Desenvolvimento
Os parágrafos de desenvolvimento são os que vão dar sustentação à tese apresentada na introdução. É esse o momento de justificar, demonstrar, provar as declarações feitas na introdução. Os parágrafos de desenvolvimento devem ser marcados pela progressão, ou seja, o texto deve ser construído de forma que vá apresentando novas informações, claras e pertinentes. Ou seja, nada de enrolação ou de repetição desnecessária do que já foi dito! Para facilitar sua argumentação, você pode separar o desenvolvimento de cada ideia em um parágrafo diferente.
Mas além de apresentar fatos que fundamentem a sua dissertação, é importante que você também aponte argumentos contrários e que aponte porque, de acordo com a sua tese, eles não são verdadeiros. Afinal, dissertação não é um artigo de opinião, o que significa que as opiniões contrárias também devem ser consideradas.
Conclusão
Parte final do texto. Mas é preciso que uma coisa fique clara: concluir não é simplesmente “terminar” o texto. A conclusão é feita de comentários que confirmam os aspectos desenvolvidos nos parágrafos anteriores. É o momento de oferecer uma solução ou demonstrar algum tipo de expectativa em relação à sua tese e ao assunto como um todo.
Atenção: a conclusão não é o momento de levantar questionamentos que não tenham sido esclarecidos nos parágrafos argumentativos, portanto EVITE frases interrogativas.
Com essas instruções em mente, o segredo do planejamento da redação é já saber exatamente o que vai abordar em cada parágrafo antes mesmo de iniciar o texto. Além disso, compreender quantas linhas você vai ter para desenvolver cada argumento é absolutamente vital para você saber de quanto espaço dispõe para expor cada ideia. Preparamos um esquema básico ideal para uma redação de 30 linhas. Veja:
estrutura-dissertacao
Mas calma! Só porque colocamos aqui que é um esquema ideal, não significa que você precise seguir à risca as quantidades de linhas. Essa orientação é apenas para auxiliar quem estiver perdido e não souber bem quanto espaço utilizar para cada parte do texto. ;)
Fique ligado: O texto bem sucedido constitui um “todo” significativo, ou seja, uma unidade de sentido. Cada parte do texto só faz sentido se colocada junto às outras. Não se trata de reunir fragmentos isolados. Dentro do texto, os elementos devem estabelecer ligação com as partes, ou seja, cada parágrafo precisa estar relacionado imediatamente com o seu anterior, e com o restante. Isso se chama coesão, tanto no sentido gramatical quanto no sentido do conteúdo.
Mas coesão na redação já vai ser tema de outro post do blog. Continue acompanhando! :)
Consultoria
Redação – Manual de sobrevivência para concursos e vestibularesJuarez Nogueira
Editora Autêntica
Redação de textos dissertativos – Concursos, vestibulares, EnemLuiz Ricardo Leitão (org.), Manoel de Carvalho Almeida e Manuel Ferreira da Costa
Editora Ferreira

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Erros de português podem anular uma boa argumentação na redação do Enem? Descubra

Descubra o quanto seus erros ortográficos podem prejudicar sua nota na redação do Enem


Fonte: Universia Brasil
Fonte: Universia Brasil
Não se preocupar com a ortografia pode descontar sua nota na redação, mesmo que você desenvolva uma boa argumentação
Vivemos num mundo em que a tecnologia impera juntamente com algumas ferramentas que facilitam nossas vidas, como o corretor automático. Digitar tudo no computador ou no smartphone sem se preocupar com a ortografia é quase uma dádiva, certo? Errado.



Às vésperas do Enem 2014, não se preocupar com a ortografia pode descontar sua nota na redação, mesmo que você desenvolva uma boa argumentação. Segundo a professora do Cursinho da Poli, de São Paulo, Andrea Lanzara, “há casos em que alunos conseguem trabalhar bastante com a estrutura, a coesão, a articulação e a relação dos nexos gramaticais, mas que tem uma série de erros de ortografia. Se o problema é recorrente, a nota vai sendo descontada cada vez que o problema aparecer.”
Ficou preocupado? Pois saiba que é comum cometer alguns deslizes durante a prova e os examinadores tem consciência disso. Por isso, a professora assegura que “se o problema não for recorrente, ele pode passar sem ter implicação nenhuma.”

Dessa forma, ao terminar a redação, releia-a. Confira se você cometeu não apenas erros de ortografia, mas também erros de pontuação. Fazendo isso, você consegue salvar preciosos pontos para a sua nota final. E, convenhamos, esse pequeno esforço valerá muito a pena no ano seguinte, certo?

Por onde eu começo a prova do Enem?

Se você está na dúvida se começa a prova pela redação ou pelos testes, veja a dica de uma professora e decida o que fazer


Fonte: Universia Brasil
Fonte: Universia Brasil
Organização é essencial para que o aluno administre bem seu tempo durante a prova do Enem
Organização é essencial para que o aluno administre bem seu tempo durante a prova do Enem, sobretudo no que diz respeito ao segundo dia, já que ele terá que responder 90 questões objetivas e ainda elaborar uma dissertação.


Como o tempo é curto e as obrigações são muitas, os alunos geralmente não sabem por onde começar. Se esse é o seu caso, você não tem com o que se preocupar. A Universia Brasil levou sua dúvida para a professora de redação do Cursinho da Poli, de São Paulo, Andrea Lanzara.

É comum que o estudante pense que ele deve fazer a redação inteira de uma vez ou então todas as questões testes. Contudo, segundo a professora Andrea, o estudante não deve seguir nenhuma 
dessas alternativas
. Para ela, a melhor opção é outra: “considerando o tempo, é importante uma leitura geral. Então, primeiro, ele deve ler atentamente a proposta, fazer um plano de texto e anotar as ideias principais dos excertos. Feito isso, ele deve fazer a prova e, ao mesmo tempo, amadurecer aquelas ideias. Só depois de metade da prova feita, ele desenvolve a proposta de redação”, explicou.

Para isso, controle bem o seu tempo: não perca tempo com questões que você não sabe a resposta. Marque-as para resolvê-las mais tarde, depois de responder aquelas que você tem certeza da resposta. Além disso, uma boa dica é ir com um relógio no pulso para ver quanto tempo falta para o final da prova. Mas, não se esqueça: o Enem não permite aparelhos digitais, ou seja, leve um relógio analógico.

Veja como o Facebook pode ser seu aliado na hora de retomar questões históricas

Professora diz que a internet é um meio rápido e dinâmico de retomar os conteúdos. Descubra como


Fonte: Universia Brasil
Fonte: Universia Brasil
“Vale a pena a informação da internet mesmo, porque é uma informação mais resumida, mais dinâmica e que vem mais rápido”
Faltando poucos meses para o Enem, a lista de conteúdos para revisão é imensa. Se sua preocupação ainda é adquirir bagagem histórica tanto para a redação quanto para as questões objetivas, estudar pode ser complicado e responsável por consumir muito do seu tempo.

Para a professora de redação Andrea Lanzara do Cusinho da Poli, de São Paulo, a internet é a melhor maneira de dar conta destes conhecimentos em um espaço tão curto de tempo. E ela explica: “para quem deixou para trás alguns conhecimentos, vale a pena a informação da internet mesmo, porque é uma informação mais resumida, mais dinâmica e que vem mais rápido”.

E como lidar com os textos da internet? A professora acredita que a melhor maneira de trabalhar com esses artigos é fazer um apanhado deles e anotar suas principais ideias. Mas ressalta: “esse aluno não pode simplesmente copiar essas ideias. Ele tem que refletir e formar um ponto de vista, que mostre essa reflexão autônoma sobre o problema.”

O Facebook também pode ser um aliado porque, segundo ela, “há vários perfis de revistas de história que problematizam algumas questões atuais da realidade brasileira. Então, acho que vale a pena ele enveredar por esses artigos mesmo, para tentar se preparar mesmo às vésperas da prova”, assegurou.

Ficou curioso para saber quais são as páginas a que ela se referia? Veja a seguir três sugestões da professora: